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AS QUATRO COLUNAS DA ORAÇÃO

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens” (1 Timóteo 2.1).

Oração é uma das práticas mais enfatizadas na igreja, no entanto é menos ensinada. Muitos falam da importância da oração. Mas alguém nos ensinou como orar? A maioria dos seminários teológicos não dispõe da disciplina com nome específica de “oração” ou “teologia da oração”. Parece que já está subentendida que a matéria de oração é algo que se adquire imitando as outras pessoas (o que não é verdade). O Apóstolo Paulo nos dá uma pista de que há quatro modalidades da oração, que são as seguintes:

(1) súplicas, (2) orações, (3) intercessões e (4) ação de graças.

E podemos verificar que o próprio Senhor Jesus, e também os salmistas, oraram conforme essas modalidades. A ideia é que essas quatro modalidades fossem como colunas que sustentam e completam a oração.

(1) A súplica é o grito, a prece do pecador tocado por Deus e que muitas vezes implora o perdão por suas faltas cometidas. Jesus nunca pecou, mas em Hebreus 5.7 está escrito que ele orou em súplica: “Meu Pai, se possível passa de mim esse cálice!” (Mt . 26.39) e “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” (Sl. 22.1).

(2) A oração, o termo em grego quer dizer, oração de promessa (voto). Aqueles itens da oração que prometemos ao Senhor a cumprir. Jesus também orou fazendo seguintes votos ao Deus Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17.4). “E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade” (João 17.9).

(3) A intercessão é a oração que fazemos por outros. Aqui incluímos os nossos entes queridos e pode de se estender a todas as pessoas. Jesus intercedeu por seus amigos: “Pai, a minha vontade é que onde estou, estejam também comigo os que me deste” (João 17.24). E também por seus inimigos: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc. 23.34).

(4) A ação de graça relembra os benefícios que Deus nos concedeu no passado, no presente e ainda no futuro. Jesus deu graças sobre as coisas já concluídas e as que hão de acontecer: “Graças te dou, ó Pai, Senhor dos céus e a terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” (Mt. 11.25-26). “Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves” (João 11.41-42).

Concluindo com esta afirmação do apóstolo Paulo: “Em tudo, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e súplica, com ações de graças.” (Fp. 4.6).


Pastor  Atsushi Miyajima

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